O
grande propósito
por Rogério
Verinaud
A constante busca do ser humano pela prosperidade e bem- estar duradouro,
provavelmente acompanha sua existência, tenha esta palavra o
sentido que tiver.
É
claro que os conceitos evoluíram bastante desde os tempos das
cavernas. Afinal, não haveria nenhum sentido em viver por viver,
sem perseguir algo que valha a pena. Isto seria vegetar. E a inteligência
que Deus nos presenteou habilitou-nos a tornar possível o impossível.
Há uma série de bons motivos para viver e dar sentido
à vida. Cabe a cada um escolher os seus.
Não
teria nenhuma graça ganhar rios de dinheiro com o MMN sem um
objetivo e um propósito de realização pessoal
e profissional. O MMN tem que significar apenas a "ponte"
que conduz à realização em outras frentes, que
viabiliza a realização dos verdadeiros sonhos propriamente
ditos.
Apenas
ter a posse do dinheiro não torna um homem grande. Quando um
homem chega ao final de sua jornada terrena, se quiser ser lembrado
como alguém de valor, precisa deixar um legado autêntico
e valioso, e neste caso as cifras são o que menos conta.
Não
teria sentido um homem ser lembrado apenas pelo dinheiro que possuía,
sem feitos, sem realizações, sem nenhuma contribuição
(não apenas em doações, mas em ação
efetiva também) para seu semelhante, seja apenas na comunidade
em que vive ou para toda a humanidade como um todo. O que importa
é ser produtivo e útil de alguma forma durante nossa
limitada e curta existência.
Melhor
ainda é possuir aptidões e habilidades profissionais,
ou não, associadas a condições financeiras favoráveis.
Por exemplo, é bem mais gratificante e prazeroso ser um artista
plástico, um médico, advogado, engenheiro, piloto de
avião, músico, cientista, biólogo, ou seja lá
o que for, bem-sucedido no MMN. A independência financeira que
o nosso negócio possibilita permite alçar vôos
ainda maiores no campo profissional de qualquer carreira, basicamente
por prazer (como costumam dizer: um rico excêntrico que trabalha
por prazer), além é claro de permitir concretizar sonhos
de consumo inacessíveis para a maioria.
Por outro
lado, não pode existir nada mais inútil e sem sentido
que combinar a avareza com o materialismo. Isto costuma culminar num
excesso de egoísmo, que envenena o espírito e degrada
o caráter. É preciso exercer o bom senso e ser honesto
consigo mesmo.
É
perfeitamente saudável desejar e experimentar prosperidade.
Dinheiro não é pecado e não faz mal a ninguém,
se bem usado. Também não há nada de errado em
ser milionário e acumular valiosos patrimônios. No entanto,
é imprescindível saber equilibrar as metas pessoais
e conquistas, com as necessidades sociais da vida daqueles que podemos
tocar e interferir favoravelmente.
A sensação
de realização e bem-estar que temos, quando contribuímos
na mudança das vidas de outras pessoas para melhor, tem um
significado único, acima de qualquer outra conquista, por maior
que seja. Aí sim, a vida se torna completa e tudo mais passa
a fazer mais sentido, ganhando um colorido especial. O egoísmo,
no entanto, nos priva desta magnífica e divina sensação
de ter feito a vida fazer sentido e de ter contribuído para
um mundo melhor.
Todo o
potencial deste negócio, se usado de forma racional, possibilita
feitos e realizações incomensuráveis, especialmente
quando associado a um nobre propósito. Portanto, se ainda não
definiu um, é hora de fazê-lo. Acredite, o sucesso deste
negócio está escrito nas estrelas porque é divino
e abençoado. Por isso, é gratificante e compensador
desenvolvê-lo. Mas, acima de tudo: tenha um grande propósito!
Rogério
Verinaud é Publicitário e Empreendedor Líder
de Marketing Multinível.